O coeficiente de flambagem K em estruturas de aço (ou o fim dele)

O coeficiente de flambagem K ocupou, durante décadas, papel central no dimensionamento de barras comprimidas em estruturas metálicas. Seu uso foi amplamente difundido em normas técnicas, livros didáticos e na prática profissional, tornando-se quase um reflexo automático no cálculo da resistência à compressão.

Entretanto, a evolução da teoria da estabilidade estrutural, aliada ao avanço das ferramentas computacionais, revelou uma distinção fundamental que durante muito tempo foi negligenciada:

O fator K é extremamente útil e conceitualmente correto para barras isoladas — mas não apresenta desempenho adequado quando extrapolado para estruturas de conjunto.

Não se trata, portanto, de decretar a “morte” do K de forma simplista ou ideológica. O objetivo deste artigo é esclarecer onde o K funcion

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