Em um cenário onde estudos da McKinsey indicam que empresas que investem sistematicamente em inovação alcançam vantagens competitivas significativas, torna-se imperativo reconhecer que o conhecimento adquirido hoje pode estar desatualizado amanhã. A velocidade das mudanças tecnológicas, impulsionada pela ascensão da Inteligência Artificial e outras inovações disruptivas, exige que empresas de engenharia, arquitetura e construção adotem uma postura estratégica e dinâmica em relação à inovação. Não se trata apenas de aprimorar processos de forma incremental, mas de se preparar para transformações que podem redefinir inteiramente o mercado. Nesse contexto, um Plano Diretor de Inovação se revela como uma ferramenta indispensável, cuja eficácia depende da implementação de um Conselho Deliberativo de Inovação que oriente e catalise essas transformações.