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A otimização da construção industrializada

O setor da construção civil atravessa hoje a sua mais profunda transformação desde a Revolução Industrial. Para o empreendedor e o gestor contemporâneo, a questão deixou de ser se a construção se tornará uma indústria de montagem e passou a ser quão rápido cada empresa conseguirá realizar essa transição sem perder competitividade, margem e relevância. O canteiro de obras tradicional, entendido como um espaço de improviso, decisões reativas e alta exposição ao risco, está sendo progressivamente substituído por um novo paradigma: o da construção como sistema produtivo.

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O coeficiente de flambagem K em estruturas de aço (ou o fim dele)

O coeficiente de flambagem K ocupou, durante décadas, papel central no dimensionamento de barras comprimidas em estruturas metálicas. Seu uso foi amplamente difundido em normas técnicas, livros didáticos e na prática profissional, tornando-se quase um reflexo automático no cálculo da resistência à compressão.

Entretanto, a evolução da teoria da estabilidade estrutural, aliada ao avanço das ferramentas computacionais, revelou uma distinção fundamental que durante muito tempo foi negligenciada:

O fator K é extremamente útil e conceitualmente correto para barras isoladas — mas não apresenta desempenho adequado quando extrapolado para estruturas de conjunto.

Não se trata, portanto, de decretar a “morte” do K de forma simplista ou ideológica. O objetivo deste artigo é esclarecer onde o K funcion

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O “Mistério” do deslocamento lateral em edifícios: por que a NBR 6118 recomenda H/1700 e diverge tanto da NBR 8800 com H/400?

Na prática de projetos estruturais, é comum que engenheiros que transitam entre estruturas de concreto armado e aço se deparem com uma “divergência gritante” nos limites de deslocabilidade horizontal global.

De um lado, a NBR 6118 (Concreto) prescreve um limite de deslocamento para garantir o bom desempenho em serviço, aparentemente severo, de H/1700. Do outro, a NBR 8800 (Aço e Mista) trabalha com valor limite de H/400, do topo dos pilares em relação à base.

A primeira impressão é que a norma de concreto é 3 a 4 vezes mais conservadora que a de aço. No entanto, uma análise profunda das combinações de ações e dos Estados Limites de Serviço (ELS) revela que essa diferença é, em grande parte, uma questão de referencial de cálculo, e não necessariamente de rigidez física final.

Este artigo desvenda a lógica por trás desses números.

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Por que devemos limitar a esbeltez das barras tracionadas de aço.

O dimensionamento estrutural para as ações do vento no Brasil é regido pela ABNT NBR 6123.

Historicamente, esta norma tem se concentrado na caracterização de ventos sinóticos, que deram origem ao mapa das isopletas e que são sistemas de grande escala associados a gradientes de pressão mais amplos.

No entanto, o crescente reconhecimento e a documentação dos impactos de eventos meteorológicos de vento extremo, classificados como não-sinóticos (localizados e intensos), como tornados e microbursts, expõem uma significativa lacuna de confiabilidade na prática da engenharia nacional, especialmente para as estruturas de ocupação crítica.

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Rio Bonito do Iguaçu. Fonte da imagem: Governo do Paraná via AP

A necessidade iminente de inclusão de eventos extremos na ABNT NBR 6123

O dimensionamento estrutural para as ações do vento no Brasil é regido pela ABNT NBR 6123.

Historicamente, esta norma tem se concentrado na caracterização de ventos sinóticos, que deram origem ao mapa das isopletas e que são sistemas de grande escala associados a gradientes de pressão mais amplos.

No entanto, o crescente reconhecimento e a documentação dos impactos de eventos meteorológicos de vento extremo, classificados como não-sinóticos (localizados e intensos), como tornados e microbursts, expõem uma significativa lacuna de confiabilidade na prática da engenharia nacional, especialmente para as estruturas de ocupação crítica.

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A evolução do projeto estrutural em aço: da prancheta ao BIM. Nada disso importa se você não souber concepção!

O aço é um dos materiais mais versáteis e transformadores da engenharia e da arquitetura. Mas o que realmente define sua força no cenário da construção contemporânea não é apenas sua resistência ou ductilidade: é a forma como o projeto estrutural tem evoluído para potencializar suas qualidades.

O engenheiro ou arquiteto iniciante deve mergulhar exatamente nesse ponto, mostrando como o detalhamento, a comunicação e as ferramentas de projeto têm moldado e continuam moldando a maneira como os profissionais concebem, especificam, calculam e executam estruturas de aço.

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