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Carro elétrico, energia suja?

Ao observar a trajetória tecnológica da humanidade, percebe-se que cada grande inovação foi acompanhada por promessas de solução para problemas estruturais. O automóvel elétrico surge, no contexto contemporâneo, como um

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Vigas mistas aço/concreto com lajes pré-moldadas de vigotas e elementos inertes: fundamentos, modelos de cálculo e base para revisão normativa

O sistema estrutural misto aço-concreto constitui uma das soluções mais eficientes e racionalizadas para estruturas de edifícios. A combinação da elevada resistência à compressão do concreto com a elevada resistência à tração e ductilidade do aço permite o desenvolvimento de elementos estruturais com excelente desempenho mecânico e elevada produtividade construtiva.

Nas últimas décadas, o processo de industrialização da construção civil levou ao uso crescente de sistemas de lajes pré-fabricadas nervuradas com elementos de enchimento inertes.

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Carro elétrico, energia suja?

Ao observar a trajetória tecnológica da humanidade, percebe-se que cada grande inovação foi acompanhada por promessas de solução para problemas estruturais. O automóvel elétrico surge, no contexto contemporâneo, como um símbolo dessa expectativa. Ele é apresentado como um instrumento capaz de conciliar mobilidade, desenvolvimento econômico e mitigação das mudanças climáticas.

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O vento mudou e a NBR 6123 também terá que mudar

Durante décadas, a engenharia estrutural brasileira tratou o vento como uma variável conhecida. Não simples, nunca foi, mas estável. Havia uma espécie de pacto silencioso entre clima e cálculo. Os mapas de isopletas definiam as velocidades básicas do vento, nós calculávamos as pressões, aplicávamos coeficientes aerodinâmicos e a estrutura cumpria o que dela se esperava.

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A otimização da construção industrializada

O setor da construção civil atravessa hoje a sua mais profunda transformação desde a Revolução Industrial. Para o empreendedor e o gestor contemporâneo, a questão deixou de ser se a construção se tornará uma indústria de montagem e passou a ser quão rápido cada empresa conseguirá realizar essa transição sem perder competitividade, margem e relevância. O canteiro de obras tradicional, entendido como um espaço de improviso, decisões reativas e alta exposição ao risco, está sendo progressivamente substituído por um novo paradigma: o da construção como sistema produtivo.

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O coeficiente de flambagem K em estruturas de aço (ou o fim dele)

O coeficiente de flambagem K ocupou, durante décadas, papel central no dimensionamento de barras comprimidas em estruturas metálicas. Seu uso foi amplamente difundido em normas técnicas, livros didáticos e na prática profissional, tornando-se quase um reflexo automático no cálculo da resistência à compressão.

Entretanto, a evolução da teoria da estabilidade estrutural, aliada ao avanço das ferramentas computacionais, revelou uma distinção fundamental que durante muito tempo foi negligenciada:

O fator K é extremamente útil e conceitualmente correto para barras isoladas — mas não apresenta desempenho adequado quando extrapolado para estruturas de conjunto.

Não se trata, portanto, de decretar a “morte” do K de forma simplista ou ideológica. O objetivo deste artigo é esclarecer onde o K funcion

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O “Mistério” do deslocamento lateral em edifícios: por que a NBR 6118 recomenda H/1700 e diverge tanto da NBR 8800 com H/400?

Na prática de projetos estruturais, é comum que engenheiros que transitam entre estruturas de concreto armado e aço se deparem com uma “divergência gritante” nos limites de deslocabilidade horizontal global.

De um lado, a NBR 6118 (Concreto) prescreve um limite de deslocamento para garantir o bom desempenho em serviço, aparentemente severo, de H/1700. Do outro, a NBR 8800 (Aço e Mista) trabalha com valor limite de H/400, do topo dos pilares em relação à base.

A primeira impressão é que a norma de concreto é 3 a 4 vezes mais conservadora que a de aço. No entanto, uma análise profunda das combinações de ações e dos Estados Limites de Serviço (ELS) revela que essa diferença é, em grande parte, uma questão de referencial de cálculo, e não necessariamente de rigidez física final.

Este artigo desvenda a lógica por trás desses números.

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